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Guia de Clarice

Clarice

Guia de Clarice

Passeio turístico
O Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG (MHNJB/UFMG) está instalado em uma área com aproximadamente 600.000 m², possui vegetação diversificada e típica da Mata Atlântica, que reúne, além das nativas, espécies exóticas. O Museu dispõe de um acervo formado por aproximadamente 265.664 itens entre peças e espécimes científicos preservados e vivos (coleção científica de plantas e reserva vegetal) e contextualizados nas áreas da Arqueologia, Paleontologia, Geologia, Botânica, Zoologia, Cartografia Histórica, Etnografia, Arte Popular e Documentação Bibliográfica e Arquivística. Integrando as áreas citadas também podem ser mencionados livros e periódicos, nacionais e estrangeiros, que se encontram na biblioteca do MHNJB/UFMG, assim como um expressivo conjunto de fotos e de documentos do museu, incluindo aqueles relativos ao Presépio do Pipiripau. Parte desse acervo encontra-se exposto e pode ser visitado. O museu dispõe ainda de um auditório, de um viveiro de mudas, uma lagoa, um anfiteatro ecológico e um jardim sensorial. https://www.ufmg.br/mhnjb/museu/
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Recomendado por los habitantes de la zona
Natural History Museum and Botanical Garden UFMG
1035 R. Gustavo da Silveira
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Recomendado por los habitantes de la zona
O Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG (MHNJB/UFMG) está instalado em uma área com aproximadamente 600.000 m², possui vegetação diversificada e típica da Mata Atlântica, que reúne, além das nativas, espécies exóticas. O Museu dispõe de um acervo formado por aproximadamente 265.664 itens entre peças e espécimes científicos preservados e vivos (coleção científica de plantas e reserva vegetal) e contextualizados nas áreas da Arqueologia, Paleontologia, Geologia, Botânica, Zoologia, Cartografia Histórica, Etnografia, Arte Popular e Documentação Bibliográfica e Arquivística. Integrando as áreas citadas também podem ser mencionados livros e periódicos, nacionais e estrangeiros, que se encontram na biblioteca do MHNJB/UFMG, assim como um expressivo conjunto de fotos e de documentos do museu, incluindo aqueles relativos ao Presépio do Pipiripau. Parte desse acervo encontra-se exposto e pode ser visitado. O museu dispõe ainda de um auditório, de um viveiro de mudas, uma lagoa, um anfiteatro ecológico e um jardim sensorial. https://www.ufmg.br/mhnjb/museu/
A história do Circuito Liberdade se confunde com a história da própria cidade de Belo Horizonte. A transformação da Praça da Liberdade em um complexo cultural foi feita em 2010, mas sua vocação para atividades voltadas à arte, à cultura e à preservação do patrimônio foi construída bem antes, com o Arquivo Público Mineiro, a Biblioteca Pública, o Museu Mineiro e a ocupação da Praça por diversos movimentos culturais. Desde o final do século XIX, quando Belo Horizonte foi planejada para ser a nova capital do estado, a Praça da Liberdade foi projetada para abrigar o centro administrativo, com a construção das secretarias de estado e do Palácio da Liberdade, sede e o símbolo do governo. Sua inauguração aconteceu em 1898 e, tendo sido palco de importantes acontecimentos políticos que marcaram a história de Minas Gerais e do Brasil, o local se tornou naturalmente um dos principais cartões postais da cidade. Em 1938, o Arquivo Público Mineiro – até então sediado em Ouro Preto, antiga capital de Minas Gerais - foi transferido para Belo Horizonte. A instituição passou a ocupar uma edificação eclética construída pela Comissão Construtora da Nova Capital para ser a residência do secretário de Finanças do estado e localizada na Avenida João Pinheiro, no entorno da Praça da Liberdade. Alguns anos depois, em 1954, foi inaugurada a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, a partir do projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para o então governador Juscelino Kubitscheck. O edifício foi construído na Praça da Liberdade, próximo ao Palácio, e passou a reunir um acervo significativo de obras de autores nacionais e estrangeiros. Nesta época, a Praça da Liberdade, centro do poder estadual, tornou-se palco de diversas manifestações políticas. Paralelamente a ampliação e modernização do sistema administrativo evidenciavam a inadequação dos palacetes para o exercício das funções de Estado. Tanto é que, neste período, diversas repartições foram transferidas para outros locais da cidade. Com o fim da ditadura no Brasil, a praça tornou-se um espaço de encontro da cultura e da arte - a Feira Hippie foi um marco deste início, mas os prédios ainda eram ocupados com fins administrativos, destoando da nova vocação cultural que despontava. Em 1982, foi inaugurado, ao lado do Arquivo Público, o Museu Mineiro. O equipamento foi instalado em um dos casarões do final do século XIX que faz parte do conjunto arquitetônico original da cidade de Belo Horizonte. Ainda na década de 80, a Praça recebeu uma edificação pós-moderna, que contrastava com as demais estruturas originais da construção da capital. O prédio, que abrigaria um centro de apoio turístico, ficou conhecido popularmente como o Rainha da Sucata. Com um projeto polêmico dos arquitetos Éolo Maia e Sylvio de Podestá, o edifício se destacou pela concepção ousada e pelo uso de materiais ligados à construção e à indústria mineira, como as chapas metálicas enferrujadas pelo tempo. Na década de 90, tem início um movimento de restauração e revitalização da Praça da Liberdade, sendo então as feiras de artesanato e de flores instaladas em outras áreas da cidade. Surgia, assim, um embrião do projeto do Circuito Liberdade, num exercício de reconhecimento e apropriação do patrimônio material, imaterial e ambiental presentes no local. Em 2010, após a inauguração da Cidade Administrativa e transferência oficial do governo para a região norte de Belo Horizonte, o Circuito Cultural Praça da Liberdade, hoje Circuito Liberdade, se concretiza como um projeto do Governo do Estado. A proposta era reunir, em um mesmo local, espaços culturais diversos, a partir de parcerias com instituições públicas e privadas. A vocação cultural da região, que já abrigava o Arquivo Público Mineiro, a Biblioteca Pública, o Museu Mineiro e o Rainha da Sucata, foi então reforçada com a criação de novos museus e espaços de cultura e formação, que passaram a ocupar os edifícios das antigas secretarias de governo. Em 2015, o Circuito passa a ser gerido pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG) e, desde então, vem buscando uma maior articulação com o espaço urbano e os diversos grupos artísticos e populares, consolidando-se como um braço forte da política pública de cultura do governo estadual. O projeto passou por um processo de ampliação do seu perímetro de atuação, considerando os eixos da Avenida João Pinheiro e da Rua da Bahia, o que foi traduzido em seu novo nome: Circuito Liberdade. Dentro desta perspectiva, novos equipamentos passaram a fazer parte do complexo, com a composição de uma agenda integrada aos outros espaços já existentes. Hoje o Circuito Liberdade é composto por 15 instituições, dentre museus, centros de cultura e de formação, que mapeiam diferentes aspectos do universo cultural e artístico. Dentre os equipamentos culturais em funcionamento, oito são geridos diretamente pelo Governo do Estado e os outros funcionam por meio de parcerias público-privadas ou parcerias com instituições públicas federais. http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/pt-br/circuito-liberdade-br/historia
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Recomendado por los habitantes de la zona
Circuito Liberdade
342 Av. João Pinheiro
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Recomendado por los habitantes de la zona
A história do Circuito Liberdade se confunde com a história da própria cidade de Belo Horizonte. A transformação da Praça da Liberdade em um complexo cultural foi feita em 2010, mas sua vocação para atividades voltadas à arte, à cultura e à preservação do patrimônio foi construída bem antes, com o Arquivo Público Mineiro, a Biblioteca Pública, o Museu Mineiro e a ocupação da Praça por diversos movimentos culturais. Desde o final do século XIX, quando Belo Horizonte foi planejada para ser a nova capital do estado, a Praça da Liberdade foi projetada para abrigar o centro administrativo, com a construção das secretarias de estado e do Palácio da Liberdade, sede e o símbolo do governo. Sua inauguração aconteceu em 1898 e, tendo sido palco de importantes acontecimentos políticos que marcaram a história de Minas Gerais e do Brasil, o local se tornou naturalmente um dos principais cartões postais da cidade. Em 1938, o Arquivo Público Mineiro – até então sediado em Ouro Preto, antiga capital de Minas Gerais - foi transferido para Belo Horizonte. A instituição passou a ocupar uma edificação eclética construída pela Comissão Construtora da Nova Capital para ser a residência do secretário de Finanças do estado e localizada na Avenida João Pinheiro, no entorno da Praça da Liberdade. Alguns anos depois, em 1954, foi inaugurada a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, a partir do projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para o então governador Juscelino Kubitscheck. O edifício foi construído na Praça da Liberdade, próximo ao Palácio, e passou a reunir um acervo significativo de obras de autores nacionais e estrangeiros. Nesta época, a Praça da Liberdade, centro do poder estadual, tornou-se palco de diversas manifestações políticas. Paralelamente a ampliação e modernização do sistema administrativo evidenciavam a inadequação dos palacetes para o exercício das funções de Estado. Tanto é que, neste período, diversas repartições foram transferidas para outros locais da cidade. Com o fim da ditadura no Brasil, a praça tornou-se um espaço de encontro da cultura e da arte - a Feira Hippie foi um marco deste início, mas os prédios ainda eram ocupados com fins administrativos, destoando da nova vocação cultural que despontava. Em 1982, foi inaugurado, ao lado do Arquivo Público, o Museu Mineiro. O equipamento foi instalado em um dos casarões do final do século XIX que faz parte do conjunto arquitetônico original da cidade de Belo Horizonte. Ainda na década de 80, a Praça recebeu uma edificação pós-moderna, que contrastava com as demais estruturas originais da construção da capital. O prédio, que abrigaria um centro de apoio turístico, ficou conhecido popularmente como o Rainha da Sucata. Com um projeto polêmico dos arquitetos Éolo Maia e Sylvio de Podestá, o edifício se destacou pela concepção ousada e pelo uso de materiais ligados à construção e à indústria mineira, como as chapas metálicas enferrujadas pelo tempo. Na década de 90, tem início um movimento de restauração e revitalização da Praça da Liberdade, sendo então as feiras de artesanato e de flores instaladas em outras áreas da cidade. Surgia, assim, um embrião do projeto do Circuito Liberdade, num exercício de reconhecimento e apropriação do patrimônio material, imaterial e ambiental presentes no local. Em 2010, após a inauguração da Cidade Administrativa e transferência oficial do governo para a região norte de Belo Horizonte, o Circuito Cultural Praça da Liberdade, hoje Circuito Liberdade, se concretiza como um projeto do Governo do Estado. A proposta era reunir, em um mesmo local, espaços culturais diversos, a partir de parcerias com instituições públicas e privadas. A vocação cultural da região, que já abrigava o Arquivo Público Mineiro, a Biblioteca Pública, o Museu Mineiro e o Rainha da Sucata, foi então reforçada com a criação de novos museus e espaços de cultura e formação, que passaram a ocupar os edifícios das antigas secretarias de governo. Em 2015, o Circuito passa a ser gerido pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG) e, desde então, vem buscando uma maior articulação com o espaço urbano e os diversos grupos artísticos e populares, consolidando-se como um braço forte da política pública de cultura do governo estadual. O projeto passou por um processo de ampliação do seu perímetro de atuação, considerando os eixos da Avenida João Pinheiro e da Rua da Bahia, o que foi traduzido em seu novo nome: Circuito Liberdade. Dentro desta perspectiva, novos equipamentos passaram a fazer parte do complexo, com a composição de uma agenda integrada aos outros espaços já existentes. Hoje o Circuito Liberdade é composto por 15 instituições, dentre museus, centros de cultura e de formação, que mapeiam diferentes aspectos do universo cultural e artístico. Dentre os equipamentos culturais em funcionamento, oito são geridos diretamente pelo Governo do Estado e os outros funcionam por meio de parcerias público-privadas ou parcerias com instituições públicas federais. http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/pt-br/circuito-liberdade-br/historia
O conjunto arquitetônico da Pampulha foi um projeto elaborado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek que visava a modernização arquitetônica de Belo Horizonte. Construído nos primeiros anos da década de 40 e inaugurado em 1943. O Conjunto arquitetônico e paisagístico da Pampulha foi tombado em 1984 e inscrito no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, no Livro do Tombo de Belas Artes, no Livro do Tombo Histórico, das obras de Artes Históricas e dos Documentos Paleográficos ou Bibliográficos e no Livro do Tombo das Artes Aplicadas. http://www.iepha.mg.gov.br/index.php/institucional/legislacao/14-patrimonio-cultural-protegido/bens-tombados/160-conjunto-arquitet%C3%B4nico-da-pampulha
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Pampulha
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O conjunto arquitetônico da Pampulha foi um projeto elaborado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek que visava a modernização arquitetônica de Belo Horizonte. Construído nos primeiros anos da década de 40 e inaugurado em 1943. O Conjunto arquitetônico e paisagístico da Pampulha foi tombado em 1984 e inscrito no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, no Livro do Tombo de Belas Artes, no Livro do Tombo Histórico, das obras de Artes Históricas e dos Documentos Paleográficos ou Bibliográficos e no Livro do Tombo das Artes Aplicadas. http://www.iepha.mg.gov.br/index.php/institucional/legislacao/14-patrimonio-cultural-protegido/bens-tombados/160-conjunto-arquitet%C3%B4nico-da-pampulha
20 ANOS DE HISTÓRIA PARA CONTAR Ao longo de mais de uma década de atuação, aproximadamente 510 mil espectadores em todo estado de Minas Gerais tiveram a oportunidade de conferir mais de 210 edições dos diversos projetos realizados pelo Galpão Cine Horto: Oficinão, Festival de Cenas Curtas, Galpão Convida, Sabadão, Cine Horto Pé na Rua, Cine Horto Na estrada, Circuito da Cena, Cena-Espetáculo, Mostra dos Rascunhos de Cena, Mostra Grupos de BH: Teatro para Ver de Perto, Oficinas de Verão, Oficinas de Teatro, Oficina de Dramaturgia, Oficina de Direção, Oficina de Gestão e Produção Cultural, Cena 3×4, Conexão Galpão (Cinema e Teatro), Semana da Criança no Teatro, Revista Subtexto, Cadernos de Dramaturgia, Redemoinho, Teatro e Cidadania, Dia do Teatro, Portal Primeiro Sinal, Grupo Galpão: Memória Feita à Mão, Núcleos de Pesquisa, além dos Cursos Livres de Teatro, que possuem turmas regulares durante todo ano. Mais de cinco mil artistas, técnicos e produtores, do Brasil e do exterior, participaram da realização desses projetos, o que faz do Galpão Cine Horto um dos principais centros de efervescência cultural de Minas Gerais. O Galpão Cine Horto também representa um importante espaço cultural da cidade de Belo Horizonte. O teatro Wanda Fernandes e a Sala de Cinema já receberam mais de 1mil apresentações e o Centro de Pesquisa e Memória do Teatro (CPMT), inaugurado em 2006, é hoje uma referência em pesquisa artística, com cerca de 6.000 títulos em livros, CDs e DVDs, acessíveis de forma inteiramente gratuita. http://galpaocinehorto.com.br/sobre-o-galpao-cine-horto/historico/
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Galpão Cine Horto
3613 R. Pitangui
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20 ANOS DE HISTÓRIA PARA CONTAR Ao longo de mais de uma década de atuação, aproximadamente 510 mil espectadores em todo estado de Minas Gerais tiveram a oportunidade de conferir mais de 210 edições dos diversos projetos realizados pelo Galpão Cine Horto: Oficinão, Festival de Cenas Curtas, Galpão Convida, Sabadão, Cine Horto Pé na Rua, Cine Horto Na estrada, Circuito da Cena, Cena-Espetáculo, Mostra dos Rascunhos de Cena, Mostra Grupos de BH: Teatro para Ver de Perto, Oficinas de Verão, Oficinas de Teatro, Oficina de Dramaturgia, Oficina de Direção, Oficina de Gestão e Produção Cultural, Cena 3×4, Conexão Galpão (Cinema e Teatro), Semana da Criança no Teatro, Revista Subtexto, Cadernos de Dramaturgia, Redemoinho, Teatro e Cidadania, Dia do Teatro, Portal Primeiro Sinal, Grupo Galpão: Memória Feita à Mão, Núcleos de Pesquisa, além dos Cursos Livres de Teatro, que possuem turmas regulares durante todo ano. Mais de cinco mil artistas, técnicos e produtores, do Brasil e do exterior, participaram da realização desses projetos, o que faz do Galpão Cine Horto um dos principais centros de efervescência cultural de Minas Gerais. O Galpão Cine Horto também representa um importante espaço cultural da cidade de Belo Horizonte. O teatro Wanda Fernandes e a Sala de Cinema já receberam mais de 1mil apresentações e o Centro de Pesquisa e Memória do Teatro (CPMT), inaugurado em 2006, é hoje uma referência em pesquisa artística, com cerca de 6.000 títulos em livros, CDs e DVDs, acessíveis de forma inteiramente gratuita. http://galpaocinehorto.com.br/sobre-o-galpao-cine-horto/historico/
A Arena Independência é um espaço multiuso e está preparada para receber tantos eventos futebolísticos como eventos culturais em geral. O estádio fica no bairro Horto, em Belo Horizonte (MG), e é uma das casas dos clubes de futebol da capital de Minas Gerais. Sua capacidade é de 23 mil lugares. A grama plantada para a prática do futebol é do tipo ‘Bermuda Celebration’, com Certificação de Pureza Genética registrada no Ministério da Agricultura. RAIO-X No nível 1 da Arena, fica a maior parte dos assentos; No nível 2, do lado da rua Ismênia Tunes, ficam 16 cabines de imprensa para os jornalistas de rádio e TV e também 72 postos de trabalho para a imprensa escrita. Há ainda 18 camarotes VIP’s destinados à empresas e torcedores. No segundo andar, do lado da rua Pitangui, fica a área VIP para cerca de 2.200 pessoas. No terceiro andar, mais assentos. As lojas e os bares estão distribuídos por todo o estádio. Em duas torres laterais, funcionam escritórios para operação da arena, a central de controle, o posto de atendimento médico e camarotes especiais. O acesso ao público é feito por dez portões. Estacionamento com capacidade para 422 vagas. Iluminação especial para eventos de grande porte, que melhora a qualidade na transmissão de jogos noturnos, reduzindo sombras. Vestiários modernos, prontos para receber atletas e demais profissionais com todo o conforto. A cobertura do estádio conta com material especial que reduz o som da chuva e também diminui a emissão de ruído para área externa. http://www.arenaindependencia.net/site/arena/independencia/
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Arena Independência
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A Arena Independência é um espaço multiuso e está preparada para receber tantos eventos futebolísticos como eventos culturais em geral. O estádio fica no bairro Horto, em Belo Horizonte (MG), e é uma das casas dos clubes de futebol da capital de Minas Gerais. Sua capacidade é de 23 mil lugares. A grama plantada para a prática do futebol é do tipo ‘Bermuda Celebration’, com Certificação de Pureza Genética registrada no Ministério da Agricultura. RAIO-X No nível 1 da Arena, fica a maior parte dos assentos; No nível 2, do lado da rua Ismênia Tunes, ficam 16 cabines de imprensa para os jornalistas de rádio e TV e também 72 postos de trabalho para a imprensa escrita. Há ainda 18 camarotes VIP’s destinados à empresas e torcedores. No segundo andar, do lado da rua Pitangui, fica a área VIP para cerca de 2.200 pessoas. No terceiro andar, mais assentos. As lojas e os bares estão distribuídos por todo o estádio. Em duas torres laterais, funcionam escritórios para operação da arena, a central de controle, o posto de atendimento médico e camarotes especiais. O acesso ao público é feito por dez portões. Estacionamento com capacidade para 422 vagas. Iluminação especial para eventos de grande porte, que melhora a qualidade na transmissão de jogos noturnos, reduzindo sombras. Vestiários modernos, prontos para receber atletas e demais profissionais com todo o conforto. A cobertura do estádio conta com material especial que reduz o som da chuva e também diminui a emissão de ruído para área externa. http://www.arenaindependencia.net/site/arena/independencia/
Inaugurado no dia 26 de outubro de 2010, o Boulevard Shopping chega para mudar a cara de Belo Horizonte. O primeiro shopping da região centro-leste da cidade dá um colorido novo ao tradicional bairro de Santa Efigênia, com sua arquitetura moderna e arrojada, e grande variedade de opções de compra e entretenimento. O mix remete a moda e família, com suas grandes âncoras Zara, Renner, Riachuelo, C&A, Hipermercado Carrefour e o complexo Cineart de cinema, com seis salas, incluindo projeção 3D e IMAX, além da Boulevard Corporate Tower, torre anexa ao shopping. https://boulevardshopping.com.br/sobre-o-shopping/
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Boulevard Shopping
3000 Av. dos Andradas
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Inaugurado no dia 26 de outubro de 2010, o Boulevard Shopping chega para mudar a cara de Belo Horizonte. O primeiro shopping da região centro-leste da cidade dá um colorido novo ao tradicional bairro de Santa Efigênia, com sua arquitetura moderna e arrojada, e grande variedade de opções de compra e entretenimento. O mix remete a moda e família, com suas grandes âncoras Zara, Renner, Riachuelo, C&A, Hipermercado Carrefour e o complexo Cineart de cinema, com seis salas, incluindo projeção 3D e IMAX, além da Boulevard Corporate Tower, torre anexa ao shopping. https://boulevardshopping.com.br/sobre-o-shopping/
O Museu Giramundo foi aberto, em Belo Horizonte, dia 26 de setembro de 2001 com o objetivo de preservar e exibir o acervo do Giramundo. O Giramundo percebeu que há dois bons modos de conservar um boneco: colocando-o em atividade no teatro ou deixando-o em exposição. Estes são os destinos dos marionetes do grupo, os que não estiverem sob as luzes dos refletores deverão estar sob o olhar dos visitantes do Museu Giramundo. O Museu Giramundo é uma nave, um brinquedo gigante, um caracol de histórias. Nele moram os bonecos, que se mexem no teatro e, de vez em quando, saem para passear (ou para conserto). Nele podemos ver Álvaro Apocalypse inventando criaturas. E um Brasil, em bonecos. Se olharmos bem, enxergamos o invisível, as engrenagens escondidas. Há muitos bichos, pintados, e há mascarados, bailarinas, dragões, há santos e soldados. Então, este é um museu vivo, um castelo encantado, com cores em jatos, mil olhinhos, vozes no ar, uma luz que não pode ser. Das cortinas, o outro lado. O Museu Giramundo é guardião do maior acervo de teatro de bonecos das Américas. Seu acervo se distingue de outros similares por estar “vivo”, com grande parte dos espetáculos originais ainda em atividade. Também se destaca no acervo, a grande coleção de desenhos e projetos técnicos de Álvaro Apocalypse, um dos maiores criadores do teatro de bonecos mundial. A coleção de fotografias históricas do Giramundo é relevante e de grande beleza, documentando a trajetória e os bonecos do grupo. A maioria deste material ainda se encontra inédito, merecendo e estimulando uma edição que faça juz a sua importância. Tão importante quanto o patrimônio material do grupo é o seu patrimônio “imaterial”, seu know-how, representado por seu processo de planejamento e construção de bonecos depurado ao longo de mais de 40 anos de história, 36 montagens e mais de 1000 bonecos construídos. Esse conjunto de conhecimentos, guardados e desenvolvidos pelos integrantes do grupo, possui grande valor, por seu potencial educativo e social. Desta forma, o Museu e a Escola Giramundo caminham em seu planejamento estratégico para uma fusão, onde educação e cultura se unam numa mesma corrente de atividades complementares dirigidas à preservação da obra do Giramundo e, ao mesmo tempo, como veículo de educação e transformação social. http://giramundo.org
Instituto Museu Giramundo
215 Rua Varginha
O Museu Giramundo foi aberto, em Belo Horizonte, dia 26 de setembro de 2001 com o objetivo de preservar e exibir o acervo do Giramundo. O Giramundo percebeu que há dois bons modos de conservar um boneco: colocando-o em atividade no teatro ou deixando-o em exposição. Estes são os destinos dos marionetes do grupo, os que não estiverem sob as luzes dos refletores deverão estar sob o olhar dos visitantes do Museu Giramundo. O Museu Giramundo é uma nave, um brinquedo gigante, um caracol de histórias. Nele moram os bonecos, que se mexem no teatro e, de vez em quando, saem para passear (ou para conserto). Nele podemos ver Álvaro Apocalypse inventando criaturas. E um Brasil, em bonecos. Se olharmos bem, enxergamos o invisível, as engrenagens escondidas. Há muitos bichos, pintados, e há mascarados, bailarinas, dragões, há santos e soldados. Então, este é um museu vivo, um castelo encantado, com cores em jatos, mil olhinhos, vozes no ar, uma luz que não pode ser. Das cortinas, o outro lado. O Museu Giramundo é guardião do maior acervo de teatro de bonecos das Américas. Seu acervo se distingue de outros similares por estar “vivo”, com grande parte dos espetáculos originais ainda em atividade. Também se destaca no acervo, a grande coleção de desenhos e projetos técnicos de Álvaro Apocalypse, um dos maiores criadores do teatro de bonecos mundial. A coleção de fotografias históricas do Giramundo é relevante e de grande beleza, documentando a trajetória e os bonecos do grupo. A maioria deste material ainda se encontra inédito, merecendo e estimulando uma edição que faça juz a sua importância. Tão importante quanto o patrimônio material do grupo é o seu patrimônio “imaterial”, seu know-how, representado por seu processo de planejamento e construção de bonecos depurado ao longo de mais de 40 anos de história, 36 montagens e mais de 1000 bonecos construídos. Esse conjunto de conhecimentos, guardados e desenvolvidos pelos integrantes do grupo, possui grande valor, por seu potencial educativo e social. Desta forma, o Museu e a Escola Giramundo caminham em seu planejamento estratégico para uma fusão, onde educação e cultura se unam numa mesma corrente de atividades complementares dirigidas à preservação da obra do Giramundo e, ao mesmo tempo, como veículo de educação e transformação social. http://giramundo.org
Localizado no famoso bairro de Santa Tereza (referência boemia de Belo Horizonte), "O Bar do Bolao" um dos restaurantes mais tradicionais da cidade, possui um ambiente simples no estilo buteco, portas de aço de correr, mesas e cadeiras características e balcão de bar. Tradicionalmente os pratos são colocados a mesa em utensílios de aço-inox. O famoso " Rochedão e o espaguete" são os prato mais pedidos e apreciados. O Sabor da comida mineira em pratos estilo PF (irresistíveis) , que são bem servidos e deliciosos (no estilo mineirinho em servir). Bom atendimento e cerveja bem gelada. Bora?
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Bolão Restaurant
681 R. Mármore
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Localizado no famoso bairro de Santa Tereza (referência boemia de Belo Horizonte), "O Bar do Bolao" um dos restaurantes mais tradicionais da cidade, possui um ambiente simples no estilo buteco, portas de aço de correr, mesas e cadeiras características e balcão de bar. Tradicionalmente os pratos são colocados a mesa em utensílios de aço-inox. O famoso " Rochedão e o espaguete" são os prato mais pedidos e apreciados. O Sabor da comida mineira em pratos estilo PF (irresistíveis) , que são bem servidos e deliciosos (no estilo mineirinho em servir). Bom atendimento e cerveja bem gelada. Bora?
Cena gastronômica
O BAR O Bar do Museu Clube da Esquina homenageia o Clube da Esquina, um dos movimentos mais importantes da música brasileira, que influenciou gerações de artistas e projetou a música mineira em âmbito nacional. Assim, o Bar do Museu é um espaço não só para ouvir música de qualidade e experimentar pratos deliciosos na companhia da família e os amigos. No Bar do Museu Clube da Esquina você vivencia, de alguma forma, o legado cultural do Clube da Esquina. Além dos shows com os músicos da própria família do movimento e convidados muitos especiais, você pode encontrar objetos dos artistas espalhados pela Casa. A ambientação do Bar faz referência ao movimento em todos os aspectos, tanto em sua decoração, com acervos do Museu do Clube da Esquina, com imagens e objetos dos integrantes, quanto na atmosfera intimista do palco. Ao abrir o cardápio, você entra em uma imersão cultural do Clube da Esquina sem volta! Para nós, a caipirinha tem o nome de “Coração Brasileiro” e, se for caipivodka, “Nada Será como Antes”! Esses drinques podem vir acompanhados de um “Amor de Índio”, se você for fã de galinhada com pequi. Ou “A La Bituca”, isto é, pastéis de angu! Prepare-se para uma experiência inesquecível. Você vai respirar o mesmo ar dos artistas que ficaram eternizados em nossa memória. A chama não apagou! Santa Tereza A esquina que dá nome ao movimento fica entre a rua Paraisópolis e Divinópolis, no bairro Santa Tereza. O local foi o principal ponto de encontro dos jovens músicos na década de 60. Sua fama de um dos mais tradicionais redutos boêmios da capital mineira tem fundamento em seus bares e casas de serestas. Além disso, Santa Tereza abriga diversos ateliês de cerâmica, artes plásticas, artesanato e grupos de teatro. O público artístico se encontrava durante as noites no bairro para compor música, dançar e até cantar. Dessa tradição nasceram movimentos musicais e bandas, como o Clube da Esquina, o Skank e Sepultura. Popularmente apelidado de Santé – quase uma alusão à “mineiridade” e o seu cortar das palavras -, o bairro Santa Tereza respira cultura e tradição. Venha conhecer o Bar do Museu Clube da Esquina!!! http://www.bardomuseuclubedaesquina.com/
Bar do Museu Clube da Esquina
738 R. Paraisópolis
O BAR O Bar do Museu Clube da Esquina homenageia o Clube da Esquina, um dos movimentos mais importantes da música brasileira, que influenciou gerações de artistas e projetou a música mineira em âmbito nacional. Assim, o Bar do Museu é um espaço não só para ouvir música de qualidade e experimentar pratos deliciosos na companhia da família e os amigos. No Bar do Museu Clube da Esquina você vivencia, de alguma forma, o legado cultural do Clube da Esquina. Além dos shows com os músicos da própria família do movimento e convidados muitos especiais, você pode encontrar objetos dos artistas espalhados pela Casa. A ambientação do Bar faz referência ao movimento em todos os aspectos, tanto em sua decoração, com acervos do Museu do Clube da Esquina, com imagens e objetos dos integrantes, quanto na atmosfera intimista do palco. Ao abrir o cardápio, você entra em uma imersão cultural do Clube da Esquina sem volta! Para nós, a caipirinha tem o nome de “Coração Brasileiro” e, se for caipivodka, “Nada Será como Antes”! Esses drinques podem vir acompanhados de um “Amor de Índio”, se você for fã de galinhada com pequi. Ou “A La Bituca”, isto é, pastéis de angu! Prepare-se para uma experiência inesquecível. Você vai respirar o mesmo ar dos artistas que ficaram eternizados em nossa memória. A chama não apagou! Santa Tereza A esquina que dá nome ao movimento fica entre a rua Paraisópolis e Divinópolis, no bairro Santa Tereza. O local foi o principal ponto de encontro dos jovens músicos na década de 60. Sua fama de um dos mais tradicionais redutos boêmios da capital mineira tem fundamento em seus bares e casas de serestas. Além disso, Santa Tereza abriga diversos ateliês de cerâmica, artes plásticas, artesanato e grupos de teatro. O público artístico se encontrava durante as noites no bairro para compor música, dançar e até cantar. Dessa tradição nasceram movimentos musicais e bandas, como o Clube da Esquina, o Skank e Sepultura. Popularmente apelidado de Santé – quase uma alusão à “mineiridade” e o seu cortar das palavras -, o bairro Santa Tereza respira cultura e tradição. Venha conhecer o Bar do Museu Clube da Esquina!!! http://www.bardomuseuclubedaesquina.com/
O MERCADO Temperos, aromas, sabores, crenças, cores: todas as características mais marcantes da cultura mineira dão charme e muita personalidade ao mercado mais querido de Belo Horizonte. Há nove décadas, o Mercado Central é ponto turístico para quem vem de fora e ponto de encontro para quem vive na cidade. Nesse tempo, deliciosos pratos da comida típica, diferentes formas de religiosidade, toda a criatividade e delicadeza do artesanato e muitos outros preciosos traços da cultura popular mineira fazem do Mercado Central um espaço único, que une tradição e contemporaneidade e encanta por sua singularidade. https://mercadocentral.com.br
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Mercado Central de Belo Horizonte
744 Av. Augusto de Lima
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O MERCADO Temperos, aromas, sabores, crenças, cores: todas as características mais marcantes da cultura mineira dão charme e muita personalidade ao mercado mais querido de Belo Horizonte. Há nove décadas, o Mercado Central é ponto turístico para quem vem de fora e ponto de encontro para quem vive na cidade. Nesse tempo, deliciosos pratos da comida típica, diferentes formas de religiosidade, toda a criatividade e delicadeza do artesanato e muitos outros preciosos traços da cultura popular mineira fazem do Mercado Central um espaço único, que une tradição e contemporaneidade e encanta por sua singularidade. https://mercadocentral.com.br